Material genético do suspeito será comparado com vestígios encontrados no corpo de menina. DHPP espera confirmar autoria do crime com o resultado da análise.
O suspeito de matar a menina Débora Lohany segue preso e terá seu material genético analisado pela Perícia Forense do Estado do Ceará. O objetivo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) é confirmar a autoria do crime a partir de vestígios encontrados nas roupas e na sandália encontrada com o corpo da menina, localizado em um terreno baldio em 7 de março.
O diretor da DHPP, delegado Leonardo Barreto, informou que esta versão ainda está sendo investigada. "Ele versão preliminar vai ser aprofundada. Temos 10 dias para aprofundar as investigações e ratificar as informações. Não descartamos que ele tenha mentido", disse o delegado, acrescentando que o material colhido poderá ratificar a autoria do crime.
"Fizemos a extração do material genético do suspeito e enviamos para análise imediata para realizar a confrontação de possíveis vestígios da roupa e da chinela. Não há garantia de encontrarmos, mas é uma possibilidade."
O exame cadavérico apontou traumatismo craniano com causa da morte. Após confirmação do material de DNA, a criança foi sepultada em Pacatuba, na Grande Fortaleza.
A Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), com apoio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (DIP), investigaram o caso, que terminou com a prisão do suspeito.
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