Suspeito teve prisão decretada e fugiu para Brasília, mas retornou para Curimatá. Banco foi assaltado em maio de 2016.
“Nós verificamos que havia esse mandado de prisão por ele ter participado do assalto ao banco de Curimatá. Não houve reação e o suspeito confessou a sua participação. Ele disse que era o olheiro, ou seja, observou toda a movimentação na cidade, quantidade de policiais de plantão no dia do assalto e quando o banco seria abastecido com dinheiro”, disse.
O assalto ocorreu no dia 5 de maio de 2016, quando oito homens fortemente armados com fuzis explodiram a agência do Banco do Brasil da cidade de Curimatá, no início da madrugada. Durante confronto com a polícia cinco suspeitos acabaram morto e cinco presos, entre eles um pré-candidato a vereador da cidade.
Na época, o comandante do policiamento do interior, coronel Paulo de Tarso, disse que os criminosos chegaram à cidade em um carro e fizeram moradores que estavam em bares e estabelecimentos próximos como reféns para dificultar a reação da polícia. Apesar de terem explodido a agência, os bandidos não conseguiram levar o dinheiro porque foram surpreendidos pelos policiais.
A mesma agência já havia sido alvo de criminosos dois anos antes, quando um bando também explodiu o local.
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