Assembleia teria pago valor à empresa por serviços de papelaria não prestados ao Legislativo. Moisés Souza e Edinho Duarte voltam novamente ao júri nesta quarta-feira (3).
O Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) julga nesta quarta-feira (3), a partir das 8h, mais uma ação decorrente da operação Eclésia, deflagrada em 2012 pelo Ministério Público Estadual (MP-AP), e que investiga crimes de corrupção dentro da Assembleia Legislativa (Alap).
O caso julgado pelo pleno refere-se à contratação sem licitação de uma empresa responsável pelo serviço de encadernação e fornecimento de material de papelaria. Os produtos eram comprados da empresa mediante cheques sacados na boca do caixa, mas não eram entregues.
O MP-AP apontou que em pouco menos de cinco meses a Alap pagou por 1.105 calculadoras, 396 grampeadores, 180 fragmentadoras de papel, 3.796 agendas e 3.769 encadernações. O prejuízo aos cofres públicos é de R$ 578.193,38.
Os réus são acusados de peculato, dispensa ilegal de licitação, falsidade ideológica, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e emissão de nota fiscal fria. Entre os envolvidos estão funcionários da Assembleia, a dona da empresa envolvida e o marido dela.
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