Colega dele morreu. Ladrões levaram armas dos profissionais.
Durante a ação dos criminosos, outro profissional de 50 anos morreu na hora dentro de uma casa no condomínio habitacional Novo Triunfo II. Os ladrões fugiram após roubarem duas armas.
O caso, a princípio, foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Homicídios. No entanto, após análise, foi repassado para a Especializada de Repressão a Roubo por se tratar de latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte.
Ninguém foi preso até o momento. De acordo com o delegado que responde interinamente pela Especializada de Repressão a Roubos, Rogério Woyame, as equipes seguem em diligências para apurar o crime.
Ataque em conjunto habitacional
Dois criminosos invadiram a casa no conjunto habitacional, atiraram contra as vítimas e roubaram um celular, dois revólveres calibre 38 e 17 munições do mesmo calibre, intactas.
O trabalhador de 30 anos contou que, por volta das 19h40, dois homens armados aproveitaram que a porta estava aberta e entraram no local. O vigilante estava sentado em uma cadeira de costas para um rack, ao lado para a porta, onde foi baleado e caiu.
Ao ouvir os disparos, o vigilante de 30 anos tentou fugir, mas foi atingido na perna e ele caiu na cozinha de lado sobre a arma que estava no coldre na cintura. Um dos invasores foi até a vítima e perguntou sobre a arma. O vigilante ferido respondeu que estava guardada em outro cômodo. Os criminosos reviraram alguns objetos no rack e depois fugiram a pé em direção ao interior do bairro.
Após isso, o ferido levantou, deixou o cinto que estava usando juntamente com a arma da empresa pendurado em uma porta em outro cômodo da casa e saiu para procurar socorro. Do lado de fora, ele deparou com uma terceira pessoa, que tentou segurá-lo perguntando o que houve, mas o vigilante se desvencilhou e foi para a UPA Norte. De acordo com a ocorrência, foi constatado ferimento na perna esquerda. A bala foi extraída e apreendida pela PM. Após atendimento, a vítima foi liberada.
A perícia constatou que o homem de 50 anos foi morto com um tiro na cabeça e recolheu três projéteis. O supervisor de segurança da empresa compareceu ao local e acompanhou o desenrolar da ocorrência.
Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora lamentou o óbito e disse que a contratação feita para a segurança do residencial foi feita pela Caixa Econômica, que tem a responsabilidade das contratações e serviços dos residenciais.
A Caixa informou que encaminha as denúncias relacionadas a segurança para a Secretaria de Segurança Pública. Disse, ainda, que qualquer medida preventiva e corretiva de conduta ilícita no condomínio precisa obedecer uma portaria interministerial. A nota da Caixa não fez qualquer menção ao ataque aos vigilantes.
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