quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Campanha no AP pede videogame para menino em tratamento contra o câncer

Deodoro Fernandes foi diagnosticado com leucemia (Foto: Agenilson Silva/Arquivo Pessoal)Deodoro Fernandes foi diagnosticado com leucemia (Foto: Agenilson Silva/Arquivo Pessoal)

Deodoro Fernandes foi diagnosticado com leucemia (Foto: Agenilson Silva/Arquivo Pessoal)

O pedido de um menino de 7 anos comoveu a ONG Carlos Daniel. Em tratamento contra leucemia, que é o câncer no sangue, Deodoro Fernandes sonha em ganhar um videogame “X Box” para jogar durante o tempo que vai passar em São Paulo. Próximo do Dias das Crianças, celebrado em 12 de outubro, uma campanha mobiliza as redes sociais para presentar o garoto.

A ONG que é voltada para crianças na luta contra o câncer lançou a hashtag #XboxParaoDeo com objetivo de chamar a atenção para a causa. “Deo”, como é conhecido, pode permanecer hospitalizado até dois anos. Ele é natural de Santana, a 17 quilômetros de Macapá.

De acordo com o presidente da organização, Agenilson Silva, o menino ainda vai completar um mês em tratamento na capital paulista. Ele conta que o pequeno paciente fez o pedido durante uma visita.

“Estamos mobilizando a sociedade para ver se o Deo ganha o videogame. É uma forma também de distrair ele, que vive em isolamento durante o tratamento. Ele mesmo falou para mim quando estive em São Paulo que é o sonho dele”, disse.

Presidente da ONG Carlos Daniel, Agenilson Silva, em visita a Deo no hospital de São Paulo (Foto: Agenilson Silva/Arquivo Pessoal)Presidente da ONG Carlos Daniel, Agenilson Silva, em visita a Deo no hospital de São Paulo (Foto: Agenilson Silva/Arquivo Pessoal)

Presidente da ONG Carlos Daniel, Agenilson Silva, em visita a Deo no hospital de São Paulo (Foto: Agenilson Silva/Arquivo Pessoal)

O X Box pode custar até R$ 1,2 mil em lojas da capital. As doações podem ser encaminhadas para a ONG Carlos Daniel.

Segundo Diana Batista Fernandes, o filho foi diagnosticado em Macapá após começar a sentir os sintomas da doença. Quando foi transferido para São Paulo, a família recebeu a confirmação. Agora, o menino que está com imunidade baixa tem uma rotina que inclui exames e tomografias.

“Ele começou a sentir muita dor na perna, depois disso veio outros sintomas, como a palidez, vômito e fadiga. Nossa rotina tá bem corrida, ele passou onze dias internado e depois ficamos indo e voltado para ambulatório, além dos exames e tomografias”, contou Diana, por telefone.

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