BRs 156 e 210 não têm asfalto em toda a extensão, que soma 1.100 quilômetros (Foto: John Pacheco/G1)
Os trechos asfaltados de rodovias federais no Amapá - cerca de 500 quilômetros - apresentam nível bom de conservação que chega a 98%, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit). Um levantamento produzido pelo órgão federal avaliou condições do pavimento, sistema de drenagem, elementos de sinalização e altura da vegetação.
O índice quase total de pistas em bom estado nas BRs 156 e 210 é o maior do país, porém os trechos pavimentados das duas rodovias federais são apenas 40% do total das estradas, que ainda têm 650 quilômetros sem asfalto, não contabilizados no levantamento do Dnit.
A avaliação das BRs foi feita por meio do Índice de Condição da Manutenção (ICM). Desenvolvido pela equipe técnica do órgão, o ICM é o método para gestão da malha federal que utiliza os mesmos critérios dos projetos do Dnit, responsável pelas obras de pavimentação, duplicação e manutenção das rodovias.
Com base no ICM, 98% das rodovias pavimentadas no Amapá são consideradas "boas" e os 2% restantes estão divididas entre "regular" e "ruim". Nenhum trecho asfaltado no estado foi considerado "péssimo". Os levantamentos são realizados quilômetro por quilômetro.
A equipe do DNIT percorre a rodovia a uma velocidade de 60 km/h e, com o equipamento estabelecendo o georreferenciamento da pista por satélite, preenche os dados de cada segmento, usando um aplicativo criado pelos engenheiros do órgão.
As áreas asfaltadas das rodovias federais compreendem ao trecho que parte de Macapá até o município de Calçoene, além de 50 quilômetros partindo da cidade de Oiapoque.
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