terça-feira, 3 de outubro de 2017

Julgamento de acusados de matar agente penitenciário a tiros é adiado no AP

Crime aconteceu em 2012 em ramal na Zona Norte de Macapá (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)Crime aconteceu em 2012 em ramal na Zona Norte de Macapá (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Crime aconteceu em 2012 em ramal na Zona Norte de Macapá (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

A Justiça do Amapá adiou para 27 de novembro o julgamento dos acusados da morte do agente penitenciário Clodoaldo Pantoja Brito, executado com cerca de 20 tiros em junho de 2012, em Macapá. O júri, anunciado para a manhã desta terça-feira (3), foi remarcado em função de problemas operacionais no recambiamento dos réus, além da impossibilidade de um dos promotores do caso por doença.

Ao todo quatro homens foram indiciados pelo assassinato do agente, encontrado morto em um ramal de terra no bairro Ilha Mirim, na Zona Norte de Macapá. Três deles já haviam sido condenados pelo crime 2015, porém a defesa conseguiu anular a sentença no início deste ano após apontar inconsistências na escolha dos jurados.

A morte de Clodoaldo teria sido encomendada porque o agente penitenciário costumava agir com rigidez durante as vistorias que realizava nas celas no Iapen.

Agente penitenciário Clodoaldo Pantoja Brito (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)Agente penitenciário Clodoaldo Pantoja Brito (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Agente penitenciário Clodoaldo Pantoja Brito (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

As investigações apontam que o trabalho realizado pela vítima dificultava um esquema de tráfico de drogas e armas, além de outros crimes que ocorriam dentro do presídio.

O trio que foi condenado à época já cumpria pena no Iapen por outros crimes, incluindo tráfico de drogas e homicídios. Entre eles Wagner João “Melônio” de Oliveira, detido há cerca de quatro anos na penitenciária federal de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná.

A pena anulada de Melônio foi de 16 anos e 4 meses de prisão em regime fechado. O mesmo tempo de sentença foi aplicado a Luís Carlos Teixeira, preso na penitenciária de Americana, no Pará. O terceiro condenado foi Wesley Alves da Silva com 12 anos e 6 meses, detido no Iapen.

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