Arividades musicais e esportivas terão regras para acontecer (Foto: Marina Alves/G1)
Um decreto publicado pela Prefeitura de Divinópolis determinou as novas regras para utilização da Praça Dom Cristiano, conhecida por Praça da Catedral. Conforme a publicação, a Praça é um espaço público destinado ao lazer passivo e atividades artísticas e culturais, os frequentadores do local têm direito ao uso do espaço da forma para que foi destinado.
Entre as novas determinações está a proibição da comercialização de bebidas alcoólicas no local, assim como a utilização de veículos como bicicletas e triciclos, exceto no caso de crianças menores de 12 anos de idade, acompanhadas pelos pais.
O diretor de comunicação da Prefeitura, Evandro Araújo, explicou que a medida está sendo entendida pela população de forma contraria, uma vez que a regulamentação da Praça se trata de uma atitude normal e não possui caráter de proibição do espaço público.
“Por exemplo, a Praça do Santuário já é regulamentada há algum tempo, dentro da Praça do Santuário não é permitida nenhum tipo de venda de produtos e essa questão também se fazia necessária na Praça da Catedral”, comentou.

Decreto que regulamenta uso da Praça da Catedral em Divinópolis divide opiniões
Sobre as novas normas, Araújo destacou que o cidadão não será proibido de comer ou beber na Praça, a mudança se aplica aos ambulantes e também aos comércios do entorno que utilizam uma parte do espaço público para a colocação de mesas e cadeiras e o efetivo comércio.
“Todos os aspectos de mesas e barracas, utilização de som, montagem de palco, tudo isso a partir deste decreto fica agora regulamentado. O consumo de bebida na praça é o direito de ir e vir, o que está sendo regulamentado é a venda da bebida na praça, um espaço público”, afirmou.
O decreto determina a proibição de realização de eventos que utilizem aparelhos ou equipamentos sonoros, em horários que possam prejudicar as celebrações na Catedral do Divino Espírito Santo. A fiscalização começa nas próximas semanas.
Os comerciantes ambulantes dizem que ainda não foram informados sobre as mudanças e as opiniões sobre o assunto ainda estão dividias.
“Eu acho que está certo, temos que correr atrás para nos organizar. O que não podemos é perder o ponto, já não está tendo locais para trabalhar, necessito disso aqui”, disse o vendedor, Adão Hélio da Costa.
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