Ato aconteceu na rua Cândido Mendes, no Centro de Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Trabalhadores e empresários que atuam no centro comercial de Macapá fizeram um ato na manhã desta quarta-feira (8), no Centro da cidade, para que ônibus voltem a fazer uma rota pela Rua Cândido Mendes, a principal da região de compras.
Placas de parada do transporte público começaram a ser instaladas na via em outubro. A Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) informou que já há uma discussão para implantar a proposta, porém a instalação da Feira Popular na Av. Antônio Coelho de Carvalho é uma das dificuldades para continuar a rota.
A empresa de Miguel Bitencourt tem mais de 50 anos de atuação na Rua Cândido Mendes. O ato, segundo ele, foi uma forma encontrada pelo empresariado de pedir publicamente ao Município que a via seja atendida com frota de transporte coletivo.
Empresários Miguel Bitencourt e Dinair Bitencourt participaram do ato (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
“Existia uma frota há quase 20 anos e, com a retirada dela, o fluxo de pessoas foi diminuindo. Com a crise econômica, acreditamos que a volta dos ônibus seria uma medida rápida e com resultado. Podem ser duas linhas que já ajuda, não precisa ser toda a frota. A gente quer melhorar o fluxo de pessoas e consequentemente a economia. É necessário”, comentou Bitencourt.
Autônomos
Vendedores ambulantes também participaram do ato cobrando do Executivo medidas para organizar a atividade. Alguns empreendedores foram retirados na orla de Macapá na segunda-feira (6), em cumprimento a uma determinação do Ministério Público do Amapá para desobstruir o passeio público. Do total de 120, somente 39 foram permitidos atuarem no local.
Grupo fez uma parada para falar sobre o abandono do Mercado Central de Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Além deles, autônomos que trabalham na Feira Popular também aderiram à manifestação. De acordo com o representante do Sindicato dos Trabalhadores Autônomos do Comércio Varejista do Estado do Amapá (Sintacovap), Jori Leal, o grupo quer que o Executivo apresente uma alternativa.
“Empreendedores populares foram retirados da orla e a prefeitura não apresentou nenhuma alternativa. Nós queremos um projeto alternativo consistente, algo certo, com praça de alimentação. Somos cerca de 2,5 mil empreendedores em Macapá e nenhum consegue trabalhar tranquilamente, porque expedir as documentações têm muita dificuldade”, disse Leal.
O G1 tentou contato com o porta-voz da prefeitura sobre o assunto, o secretário municipal de cultura, Sérgio Lemos, porém ele não atendeu às ligações para falar acerca das solicitações dos autônomos.
Autônomos também participaram da manifestação (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
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