terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Amapá é reconhecido como área livre da febre aftosa, com vacinação

Certificação de zona livre da doença foi assinada nesta terça-feira (5), em Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)Certificação de zona livre da doença foi assinada nesta terça-feira (5), em Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)

Certificação de zona livre da doença foi assinada nesta terça-feira (5), em Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)

O Amapá foi reconhecido como estado livre da febre aftosa, com vacinação, em rebanhos de bovinos e bubalinos. A certificação de zona livre da doença foi assinada nesta terça-feira (5), pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, durante cerimônia em Macapá.

O termo é de certificação de área livre de febre aftosa, com vacinação. O próximo passo é fazer com que estado seja reconhecido sem a necessidade de vacinação até 2020 e, no restante do país, até 2023.

Termo é de certificação de área livre de febre aftosa, com vacinação (Foto: Reprodução/TVTEM)Termo é de certificação de área livre de febre aftosa, com vacinação (Foto: Reprodução/TVTEM)

Termo é de certificação de área livre de febre aftosa, com vacinação (Foto: Reprodução/TVTEM)

De acordo com o diretor-presidente da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária (Diagro) e também presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Amapá, José Renato Ribeiro, o resultado foi obtido por conta de uma força tarefa do governo com órgãos do estado ligados à pecuária, agricultura e ao setor econômico.

“Primeiramente, isso é bom porque houve uma determinação do Estado em ter um controle muito grande do rebanho. Quando existe o controle rigoroso, há a segurança em mercado, confiabilidade, o que faz com que o estado possa já pensar em mercado de carne maior, aumentar produção de campo, isso repercute diretamente na economia do estado”, disse.

Ribeiro reforça que mantém vistoria dos 324 mil animais, entre búfalos e bovinos. Com o novo status, a Diagro aposta que o Amapá possa atrair investidores para instalar plantas frigoríficas de grande e médio portes.

Em área livre com vacinação, a carne poderá ser exportada para o mercado interno e externo internacional. Entre os destinos está a Guiana Francesa, que já tem abastecimento de produtos de origem animal do estado.

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