sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Agentes penitenciários do AP  treinam uso de armas para vistorias e rebeliões

Ação foi um encerramento de um curso instruído pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM) (Foto: Jéssica Alves/G1)Ação foi um encerramento de um curso instruído pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM) (Foto: Jéssica Alves/G1)

Ação foi um encerramento de um curso instruído pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM) (Foto: Jéssica Alves/G1)

Agentes do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), em Macapá, participaram de um treinamento com o uso de armas nesta sexta-feira (23). A ação encerrou um curso instruído pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar. A medida visa conter rebeliões de detentos no sistema prisional, e outras situações de crise.

O treinamento incluiu conhecimentos referentes à disciplina de armamento e tiro e emprego de armamento de menor potencial ofensivo, explicou o comandante do Grupo Tático Prisional, Fausto Jardim.

“As técnicas de intervenção visam melhorar a atuação dos agentes, para estarem preparados em diferentes tipos de situações em conflitos. O uso de armamento será um diferencial para as operações no presídio”, destacou.

Treinamento engloba conhecimentos referentes à disciplina de armamento e tiro (Foto: Jéssica Alves/G1)Treinamento engloba conhecimentos referentes à disciplina de armamento e tiro (Foto: Jéssica Alves/G1)

Treinamento engloba conhecimentos referentes à disciplina de armamento e tiro (Foto: Jéssica Alves/G1)

Um dos instrutores do treinamento, tenente do Bope Willian Bastos, destacou que além das armas e munições, os agentes tiveram acesso à componentes químicos e uso de máscaras.

“O treinamento busca a intervenção dos agentes no estabelecimento prisional, com reforço no uso de espingardas calibre 12 e máscaras para o combate de produtos químicos”, disse.

A direção do Iapen informou o treinamento é o primeiro de uma uma série de capacitações que ocorrerão ao longo do ano para os agentes.

“É um nivelamento necessário para a utilização dos novos equipamentos que estão sendo adquiridos. Bons equipamentos precisam de operadores capacitados. A parceria com a polícia é algo que vem dando certo pela excelência dos serviços prestados à sociedade”, ressaltou o diretor, Lucivaldo Rodrigues.

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