(Foto: Reprodução/Rede Amazônica no AP)
O prefeito de Santana, Ofirney Sadala (PSDC), garantiu nesta terça-feira (21) que será mínimo o impacto na folha de pagamento com a nomeação dos 32 cargos criados para o programa "Projetando o Futuro e Equacionando o Presente".
Sadala reforçou que o decreto é consequência de uma lei aprovada na Câmara de Santana que reformou a estrutura administrativa. Uma das mudanças foi a autorização de criação de cargos pelo prefeito através de decreto com validade de um ano.
No caso dos novos cargos, Sadala fixou a vigência do decreto até 31 de dezembro sob subordinação da Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semop). A intenção é nomear profissionais para que atuem em projetos de captação de verbas federais.
"A grande finalidade é fazer projetos e acompanhar a execução para que com isso não possamos perder emendas de parlamentares e recursos provenientes de recursos federais. (...) A própria lei que trouxe a previsão da criação dessas gerências por um prazo de um ano, limitou o impacto em no máximo 3% da folha [de pagamento] e hoje essa gerência que criamos está com o impacto de apenas 1%", explicou Sadala.
O chefe do executivo ainda ressaltou que nem todos os cargos foram ocupados. O critério de escolha para as nomeações deve ser baseado em quesitos técnicos.
"O critério da ocupação desses cargos é específico e já temos alguns arquitetos, engenheiros e fiscais de obras. Ainda tem alguns cargos que vão ser preenchidos", reforçou.
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