Dois vigilantes foram mortos em Fortaleza e Caucaia nas ações.
No Ceará, 14 vigilantes de empresas privadas foram baleados e dois morreram em serviço desde o começo do ano, segundo Sindicato dos Empregados no Transporte de Valores do Ceará (Sindivalores).
Conforme Wellington Nascimento, diretor do Sindivalores, alguns fatores colaboram para que o trabalhadores da área sejam vítimas da ação de bandidos, como a lei municipal que determina que quando o carro-forte vai fazer coleta, deve haver um espaço específico e a área tem que ser reservada para os trabalhadores, mas isso não é cumprido pelas empresas.
A polícia confirma que esses trabalhadores são sempre visados pelos bandidos. Raphael Vilarinho, delegado da Roubos e Furtos, afirma que é "muito comum vigilantes ficarem sozinhos no local, isso facilita ações para roubo de armas e coletes".
Outro fator que colabora com os ataques criminosos, conforme o sindicato, é que as empresas não cumprem os planos de segurança que recomenda, por exemplo:
A cabine elevada deve ser utilizada em postos de combustíveis, agências de Correios deveriam instalar portas giratórias, nas escolas os vigilantes deveriam ficar longe dos portões e nas estações de metrô devem ter, pelo menos, três agentes.
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