domingo, 2 de abril de 2017

Polícia Militar prende 14 condutores em blitz da Lei Seca em Porto Velho

Um homem foi preso após tentar socorrer o filho, que foi atropelado, mas devido a bebida, se exaltou e atrapalhou o trabalho da PM. Outra mulher foi presa por não portar CNH.

Quatorze pessoas foram presas por embriaguez ao volante na madrugada deste domingo (2), em blitzes da Lei Seca realizadas em várias regiões de Porto Velho. Um dos presos não chegou a parar em blitz, mas quando foi socorrer o filho que se atirou na frente de um carro em movimento, chegou bêbado de moto segundo a polícia.

O caso aconteceu na rua Rua Ayrton Senna e de acordo com boletim de ocorrência, o adolescente teve um desentendimento com a namorada e se jogou em cima de um veículo em movimento. O pai dele, de 47 anos, foi convidado a comparecer ao local. O homem entrou nas dependências externas do quartel da PM em uma motocicleta, com o filho mais velho na garupa.

Conforme a PM, o homem estava em visível estado de embriaguez. Quando foi questionado pelo proprietário do carro se pagaria o prejuízo decorrente do atropelamento, o pai começou a se exaltar. Um PM pediu para que o homem se acalmasse, mas ele agrediu o militar atingindo tapas no rosto dele. O homem foi convidado a fazer o teste do bafômetro. O resultado foi 0,42 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. O pai também foi preso por perturbação do trabalho, por atrapalhar o trabalho da PM.

Em outro caso, numa blitz montada no bairro Cuniã, uma mulher de 38 anos foi presa. Além de embriaguez ao volante, ela não tinha CNH e o documento do veículo estava vencido. Ela foi presa e o carro removido ao pátio do Detran. Poucos minutos depois, um homem de 59 anos foi preso nas mesmas condições da mulher e foi submetido ao teste do bafômetro, que acusou 0,59 mg de álcool por litro de ar expelido.

É considerado crime quando o motorista é flagrado conduzindo veículos com índice de álcool no sangue superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões ou 6 decigramas por litro de sangue.

A pena de detenção pode variar de seis meses a três anos, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de obter a habilitação. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece multa de R$ 2.934,70, além de sete pontos na carteira. Os condutores também têm a CNH apreendida. Se o motorista tiver cometido a mesma infração nos 12 meses anteriores, o valor da multa é dobrado.

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