Obra começou há quatro anos e a entrega está há um ano e seis meses atrasada. Seap diz que vai enviará força-tarefa formada por engenheiros e técnicos para monitorar a obra.
Trinta e quatro reeducandos que iriam para a nova sede da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) em Uberlândia terão de esperar. A obra começou há quatro anos e a entrega está há um ano e seis meses atrasada. Com isso, todos tiveram que voltar ao regime fechado.
Quando for inaugurado, o prédio de dez mil metros quadrados vai oferecer aos presos espaços de treinamento e celas onde não ficarão mais que seis detentos. Segundo o diretor da Apac, Renato Goulart, a associação será a maior do estado, com capacidade para 204 detentos. Até agora foram investidos mais de R$ 5 milhões e, para terminar, serão necessários mais R$ 2 milhões. “Não dá para prever uma data sem o dinheiro”, comentou.
A Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), que é responsável pela obra disse, em nota que vai enviar ainda neste semestre uma força-tarefa formada por engenheiros e técnicos para monitorar a obra. Esse monitoramento vai servir para que a Apac elabore uma planilha orçamentária e um cronograma físico-financeiro dos serviços necessários para o término da construção.
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