quarta-feira, 19 de abril de 2017

Trabalhadores do setor moveleiro paralisam atividades e manifestam em Ubá

Eles pedem reajuste salarial de 9,68%; Sindicato das empresas diz que ofereceu 8%, mas não houve acordo.

Trabalhadores do polo moveleiro de Ubá voltaram a manifestar nesta quarta-feira (19). Seis fábricas aderiram ao movimento, que pede reajuste salarial de 9,68%, e, segundo a classe, deveria ter sido liberado em setembro de 2016, mas não ocorreu. O Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Mobiliário de Ubá (Intersind) disse que ofereceu um percentual de reajuste, mas não houve acordo. O caso foi encaminhado ao Ministério do Trabalho.

De acordo com o Sindicato dos Marceneiros de Ubá, algumas fábricas estão paradas e outras com funcionamento parcial. Cerca de 1.200 funcionários estão parados desde segunda-feira (17). O protesto desta quarta-feira (19) foi realizado em frente à sede do Intersind e reuniu cerca de 500 pessoas.

Segundo o Intersind, houve tentativa de negociação, porém, não ocorreu um acordo, por isso o caso já foi encaminhado ao Ministério do Trabalho em Belo Horizonte. O Sindicato disse por telefone ao G1, que ofereceu 8% de reajuste escalonado, sendo 3% em outubro, 2% em janeiro e em março mais 4%. Entretanto, os trabalhados não aceitaram. As tentativas de negociações continuam.

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