Liminar que impedia reajuste do imposto foi revogada por juiz em abril. Quando era vereador, Felipe Attiê entrou com ação contra a mudança proposta pelo prefeito da época.
Ainda no fim de 2013, a ação foi julgada favorável. Na época, Attiê conseguiu uma liminar dada pelo juiz de primeira instância da Vara da Fazenda suspendendo a cobrança. Contudo, logo após, o então prefeito Gilmar Machado (PT), recorreu ao Tribunal de Justiça, em Belo Horizonte.
Em seguida, o Tribunal manteve a suspensão da cobrança, mas voltou o caso para o juiz de Uberlândia decidir o mérito da ação. Mais de três anos depois, o juiz Valter Rocha Rubio julgou improcedente o pedido do ex-vereador Attiê, por ter sido formulada uma ação popular e, com isso, o aumento passou a ser válido.
No dia 25 de abril, em nota enviada ao G1, a Prefeitura de Uberlândia informou que a decisão do juiz de manter o aumento foi em primeira instância, que estava sujeita a recurso, além de alterações e que agora o Município aguardaria desdobramentos para tomar decisões relativas ao assunto.
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