Ela e mais um suspeito foram apresentados à imprensa. Homem foi preso no interior do estado.
Renata Lima da Silva, de 30 anos, conhecida como "Dona Redonda", e José Cledson Weckner Rodrigues, de 23, conhecido como "Menor da Chapa", foram apresentados à imprensa nesta segunda-feira (5), como suspeitos de participarem da morte do soldado da Polícia Militar, Paulo Portilho, cujo corpo foi encontrado em uma invasão há quase uma semana. Ela é apontada como mandante do crime, mas nega participação. "Sou inocente, só soube [da morte] pela TV", diz.
As investigações da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) apontam que Renata é namorada de Bruo Medeiros Mota, o "Filé", que seria um dos chefes do tráfico de drogas no local e teria influência sob os outros suspeitos.
"Nós temos testemunhas que foram ouvidas no processo e também todos os envolvidos relatam que ela estava no local e ficou incitando para matá-lo, quando ele estava sendo arrastado e torturado", afirma o titular da DEHS, Juan Valério.
O outro preso diz que não participou do crime, mas que ajudou a cavar o local onde o PM foi enterrado.
"Eu só ajudei a abrir o buraco, não vi muita coisa", contou. Entretanto, o delegado aponta a participação de José na morte. "Na versão dele, ele abriu a cova. No entanto, as oitivas mostram que ele participou ativamente do crime e que a Renata mandou sim que eles matassem o soldado", diz Valério. Com José, a polícia encontrou 1 quilo de droga.
Dois corpos foram encontrados, e um deles tem as caraterísticas físicas, com as tatuagens.
"Como não houve reconhecimento oficial, não posso afirmar que é o Isac, mas posso adiantar que, pela nossa experiência, isso é resultado de crime organizado, assim como ocorreu nas prisões. Esse grupo teria resolvido sem a cúpula e isso afeta o negócio deles, gerando retaliação", afirmou o delegado.
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