quarta-feira, 19 de julho de 2017

‘Estamos sem água há quatro meses’, diz morador de habitacional em Macapá

Apartamentos superiores são os mais afetados pelo problema (Foto: Estevam Eliel/Arquivo G1)Apartamentos superiores são os mais afetados pelo problema (Foto: Estevam Eliel/Arquivo G1)

Apartamentos superiores são os mais afetados pelo problema (Foto: Estevam Eliel/Arquivo G1)

São quatro meses de sofrimento com a falta de água no conjunto habitacional Macapaba, segundo relato do autônomo Thiago Silva, de 25 anos. O morador vive com a mãe e mais três irmãos em um dos apartamentos no último andar de um dos prédios, onde o problema é mais recorrente. O residencial fica na Zona Norte de Macapá.

“A falta de água é constante. Isso há uns quatro meses. O problema é maior nos apartamentos superiores. Para tomar banho e fazer atividades doméstica, a gente precisa ir buscar água em baldes e armazenar em casa”, disse o autônomo.

Após audiência na Justiça Federal, a empresa de engenharia, responsável pelo empreendimento, informou que adquiriu uma bomba d’água em São Paulo, para solucionar o problema. O equipamento é mais potente e deve suprir a demanda no residencial.

A Companhia de Água e Esgoto (Caesa) fez o estudo que indicou a instalação do equipamento. O estudo de viabilidade foi elaborado pela diretoria técnica da institituição e apresentado em uma outra audiência entre a empresa e o moradores realizada em junho.

Moradores do conjunto armazenam água em baldes para banho e atividades domésticas (Foto: Reprodução)Moradores do conjunto armazenam água em baldes para banho e atividades domésticas (Foto: Reprodução)

Moradores do conjunto armazenam água em baldes para banho e atividades domésticas (Foto: Reprodução)

A bomba com capacidade de 45 CV tem previsão de chegada em Macapá no período de 3 e 8 de agosto. A instalação ocorrerá até o dia 15 de agosto, segundo as duas instituições responsáveis pela distribuição de água no Macapaba.

Enquanto a situação não é resolvida, a Caesa está realizando interrupções diárias, em horários específicos, para que haja vazão suficiente para distribuir água para o conjunto nos horários de pico e, também nos fins de semana. A justiça determinou também a atuação da Caesa no estudo técnico para identificar o problema no sistema.

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