Área de preservação permanente teria sido dividido em 15 lotes (Foto: Divugação/Imap)
Uma solicitação do Ministério Público, em Santana, levou órgãos de controle ambiental autuar, nesta sexta-feira (17), uma extrativista de 67 anos. Segundo denúncia, a mulher estaria loteando uma área de preservação permanente, localizada no Distrito Industrial.
Além de multa, a extrativista pode perder a licença, emitida em 2012, para morar e trabalhar na área. A ação foi cumprida pelo Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (Imap) em parceria da Agência Amapá e Batalhão Ambiental da Polícia Militar (PM) de Santana.
Casas e armações foram erguidas no Distrito Industrial (Foto: Divulgação/Imap)
De acordo com a coordenadora de fiscalização ambiental do Imap, Edilene Ribeiro, um relatório será enviado à Justiça que deve avaliar a situação. A mulher teria alegado que os terrenos divididos seriam destinados aos filhos que trabalham com ela.
“De início, essa mulher morava no local para a extração e plantação, mas depois ela começou a lotear em mais ou menos 15 casas e armações. A área é muito grande, com igarapés e mata. A autorização dela era apenas para uso sustentável”, ressaltou.
Exploração ilegal
Além da invasão e desmatamento ilegal identificado no Distrito Industrial, fiscais do Imap também encontraram uma carvoaria sem licença atuando na região. Um homem foi notificado para comparecer ao Instituto de Meio Ambiente.
A princípio, o responsável pela carvoaria não apresentou nenhuma documentação sobre o trabalho de exploração. Caso ele não se apresente até terça-feira (21), ele poderá ser conduzido coercitivamente para depor, segundo o Imap.
Carvoaria sem licença foi identificada pelo órgãos de controle ambiental (Foto: Divukgação/Imap)
Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.
0 comentários:
Postar um comentário