sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Obra em área de pontes em Macapá é paralisada e moradores cobram retorno

Área de pontes gera riscos a idosos, crianças e gestantes (Foto: Jorge Abreu/G1)Área de pontes gera riscos a idosos, crianças e gestantes (Foto: Jorge Abreu/G1)

Área de pontes gera riscos a idosos, crianças e gestantes (Foto: Jorge Abreu/G1)

Com obras de reforma paralisadas, a área de pontes localizada na 16ª Avenida do bairro Congós, Zona Sul de Macapá, gera riscos aos moradores. Parte das passarelas de madeira que dão acesso as casas foram retiradas e as que restaram apresentam fragilidade na estrutura.

Segundo a Secretaria Municipal de Obras (Semob) o trabalho iniciou em setembro, mas foi suspenso no início de outubro após a constatação de falhas no projeto original. Depois de receber adequações, o serviço pode ser retomado na próxima segunda-feira (6), informou a pasta.

Agente administrativa Ana Lúcia de Souza mora na ponte há 10 anos (Foto: Jorge Abreu/G1)Agente administrativa Ana Lúcia de Souza mora na ponte há 10 anos (Foto: Jorge Abreu/G1)

Agente administrativa Ana Lúcia de Souza mora na ponte há 10 anos (Foto: Jorge Abreu/G1)

Para a agente administrativa Ana Lúcia de Souza, de 60 anos, a situação preocupa quem tem filhos pequenas e idosos em casa. Ela conta que vários acidentes envolvendo quedas da ponte ocorreram durante o período de obra e paralisação.

“Têm idosos e crianças que estão caindo. A ponte foi desarrumada e, com a obra parada, a dificuldade é grande até para sair de casa. Pedimos para as autoridades verificarem essa situação. Temos o direito de ir e vir”, ressaltou.

Projeto da ponte de concreto chegou a ser iniciada, mas projeto apresentou falhas (Foto: Jorge Abreu/G1)Projeto da ponte de concreto chegou a ser iniciada, mas projeto apresentou falhas (Foto: Jorge Abreu/G1)

Projeto da ponte de concreto chegou a ser iniciada, mas projeto apresentou falhas (Foto: Jorge Abreu/G1)

Moradora há 10 anos no local, Ana Lúcia pede para que o retorno das atividades tragam melhorias emergenciais. A preocupação dela é com o período de chuvas no inverno, o que gera ainda mais risco com as pontes molhadas.

“Nós fomos contemplados com emenda parlamentar para a construção da passarela de concreto e a obra foi iniciada em setembro, mas quase um mês depois o trabalho parou. Enquanto isso a obra não é retomada, nós estamos preocupados com as chuvas do inverno, que pioram a situação”, disse.

Esposa grávida do pedreiro Pedro Santos caiu da ponte (Foto: Jorge Abreu/G1)Esposa grávida do pedreiro Pedro Santos caiu da ponte (Foto: Jorge Abreu/G1)

Esposa grávida do pedreiro Pedro Santos caiu da ponte (Foto: Jorge Abreu/G1)

O pedreiro Pedro Santos, de 37 anos, conta que a esposa grávida de quatro meses caiu da ponte logo após a paralisação das obras. Ele espera que o transtorno seja resolvido para evitar novos episódios.

“Infelizmente, minha esposa grávida de quatro meses teve um incidente em outubro. Ela caiu e machucou a perna. A dificuldade de se locomover na ponte é p das poucas partes que prestam. Graças a Deus, não tivemos nenhuma sequela na gravidez”, relatou.

Região fica ao longo da 16ª Avenida do bairro Congós, em Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)Região fica ao longo da 16ª Avenida do bairro Congós, em Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)

Região fica ao longo da 16ª Avenida do bairro Congós, em Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)

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