quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Através de denúncia, polícia captura 18 aves mantidas em cativeiros em Vilhena, RO

Das 18 aves apreendidas, 17 estavam em condições de sobreviverem na natureza, segundo laudo veterinário (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)Das 18 aves apreendidas, 17 estavam em condições de sobreviverem na natureza, segundo laudo veterinário (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)

Das 18 aves apreendidas, 17 estavam em condições de sobreviverem na natureza, segundo laudo veterinário (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)

Após receber denúncia, a Polícia Militar Ambiental encontrou 18 aves em cativeiros na Zona Rural de Vilhena (RO), no Cone Sul, na última terça-feira (12). O proprietário de 52 anos disse aos policiais que não tinha licença ambiental para mantê-las aprisionadas, por isso, ele recebeu voz de prisão.

No local, de acordo com o registro policial, havia várias construções semelhantes a viveiros. As aves eram todas silvestres, nativas da fauna brasileira. Duas delas pertence a espécie peixe roxo, que está sob ameaça de extinção.

Os policiais ainda encontraram durante a ocorrência uma espingarda calibre 20, com registro vencido, 40 cartuchos intactos, duas armadilhas para captura de animais e um transportador de aves.

Durante a ocorrência, a policia também encontrou uma espingarda e 40 cartuchos intactos (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)Durante a ocorrência, a policia também encontrou uma espingarda e 40 cartuchos intactos (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)

Durante a ocorrência, a policia também encontrou uma espingarda e 40 cartuchos intactos (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)

Conforme o boletim de ocorrência, o proprietário disse aos policiais que não possuía qualquer registro ou autorização para manter o criadouro das aves. Ele recebeu voz de prisão e foi autuado. O valor da multa não foi informado.

Laudo veterinário

Toda a operação foi acompanhada por uma veterinária da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), que analisou a saúde e as condições físicas dos animais.

O laudo conclusivo atestou que 17 das aves encontradas possuíam condições de serem soltas na natureza. Assim, elas foram levadas para um local distante do perímetro urbano e libertas.

O papagaio, como já estava domesticado, não tinha chances de sobrevivência e ficou sob responsabilidade do suspeito, na condição de apresentar a ave à autoridade judicial quando solicitado.

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