Cerca de 300 servidores se reuniram em assembleia geral nesta manhã (18) em Uberlândia, segundo Sind-Saúde (Foto: G1 )
Os servidores do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), contratados por meio da Fundação de Assistência, Estudo e Pesquisa de Uberlândia (Faepu), estão paralisados desde a última sexta-feira (15). Na manhã desta segunda-feira (18), os profissionais se reuniram em assembleia para definir os rumos do movimento uma vez que estão sem receber o salário de novembro e parcelas do 13º.
De acordo com alguns servidores que não quiseram ter os nomes divulgados, o salário referente a novembro era para ter sido pago no quinto dia útil deste mês. Os servidores aguardaram uma posição da Faepu até na última sexta-feira, porém sem êxito. A primeira parcela do 13º salário também não foi paga no previsto.
O G1 entrou em contato com a fundação, mas não havia ninguém da diretoria executiva para comentar o assunto. O hospital também foi procurado para falar se a paralisação está afetando nos serviços prestados e a reportagem aguarda retorno.
De acordo com alguns trabalhadores, o salário referente a novembro era para ter sido pago no quinto dia útil deste mês. Os servidores aguardaram uma posição da Faepu até na última sexta-feira, porém sem êxito. A primeira parcela do 13º salário também não foi paga no previsto.
“Houve outros atrasos ao longo do ano, mas de questão de dias. Informam que não tem dinheiro e que tentaram fazer um empréstimo ao banco e não conseguiram. Quem tinha contas para pagar, já está com juros. É uma situação muito complicada e sequer mandaram um representante para a assembleia para nos dar satisfação”, comentou uma das servidoras.
A assembleia geral foi realizada das 9h às 11h no Bloco 8B, no campus Umuarama, com cerca de 300 profissionais. O presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Uberlândia e região (Sind-Saúde), Ronaldo Rosa, informou que haverá greve.
“Por enquanto eles continuam paralisados, mantendo apenas a quantidade mínima necessária para manter os atendimentos. Mas vão ficar parados por tempo indeterminado, até que o dinheiro caia na conta”, disse Ronaldo.
0 comentários:
Postar um comentário