zika virus e chikungunya (Foto: Arquivo/AP Photo)
Em 2016 a Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Amapá (CVS) revelou que 2.254 casos de dengue foram notificados em Macapá, sendo 828 confirmados. Apesar dos dados, a instituição diz que o relatório será finalizado em março e que os dados podem ser maiores.
O levantamento que inclui outras duas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti apontou também a notificação de 912 casos de chikungunya, com a confirmação de 102 registros. Em relação ao zika virus, a capital notificou 961 casos, com 388 confirmados pela coordenadoria.
Em 2015, o Amapá registrou durante todo o ano 2.932 infectados com a dengue, além de 951 com chikungunya. Nenhum caso foi registrado de zika vírus.
O coordenador da CVS, Clóvis Miranda, alerta que a melhor forma de prevenção é evitar a proliferação do mosquito, mantendo casas e quintais limpos sem o acúmulo de água parada. Ele conta que é necessária a ajuda da população para diminuir os índices das doenças.
Saúde (CVS) (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
“Não deixar o mosquito nascer é a melhor forma de prevenção. O agente de endemias vai de quatro até seis vezes em um ano na casa do cidadão, mas durante o resto dos dias, o cuidado para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti deve ser da própria pessoa”, destaca.
O coordenador acredita que a dengue caiu na despreocupação da sociedade por causa das outras doenças. Miranda reforça que a dengue é mais arriscada, devido ao alto risco de letalidade. A preocupação com o zika é sobre os casos relacionados com microcefalia em gestantes, mas o Amapá não registrou nenhuma ocorrência.
“A dengue está sendo considerada uma doença banal, o que é um grande erro da sociedade. A doença é séria. As pessoas com sintomas da doença devem procurar atendimento médico, sem o uso de medicamento por conta própria”, finalizou.
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