segunda-feira, 10 de abril de 2017

Ebserh e UFSJ avaliam parceria durante visita técnica ao Hospital Regional de Divinópolis

Unidade está com 85% das obras concluídas; capacidade inicial será de 120 leitos, segundo o Executivo.

O presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Kleber Morais, participou neste sábado (8), de uma visita técnica ao Hospital Regional de Divinópolis. No local, fez uma avaliação sobre a possível federalização da unidade, que atualmente está com 85% das obras concluídas.

O vice-presidente da instituição, Laedson Bezerra Silva, o vice-prefeito de Divinópolis, Rinaldo Valério, o deputado federal, Jaime Martins, vereadores, médicos e professores da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) também participaram da visita e avaliaram a estruturação de uma parceria entre a instituição de ensino e a unidade de saúde.

Se a opção for considerada, o hospital pode se tornar uma escola de saúde usada pela UFSJ. No entanto, o presidente da Ebserh, que administra 39 hospitais em todo o país, ressaltou que para dar continuidade às discussões a obra precisa estar, de fato, finalizada.

“Hoje o Hospital de Divinópolis tem uma média de 15% de etapas para ver sua obra concluída. É importante que estas obras sejam finalizadas para podermos avançar nas tratativas, de tal forma que, poderemos então seguir com os trâmites junto a prefeitura para a federalização do hospital e, em seguida, a criação do Hospital Universitário e a incorporação pela Ebserh”, disse.

O reitor da UFSJ, Sérgio Augusto Cerqueira, destacou a importância de uma eventual parceria com a Universidade. “Tenho tido a oportunidade de conversar e meus colegas e todos aqueles que têm a felicidade de ter hospitais dirigidos pela Ebserh tem tido muito sucesso” disse.

Hospital Regional
A unidade começou a ser construída em 2010, com o objetivo de se tornar referência para 54 cidades da região de saúde do Centro-Oeste. A capacidade inicial, segundo o Executivo, será de 120 leitos.

A obra, que já foi adiada algumas vezes, é orçada em R$ 80 milhões e atualmente ainda faltam R$ 35 milhões para ser finalizada.

Entre os itens que ainda faltam ser concluídos estão o acabamento, rede elétrica, ar condicionado, sistema de gás e instalação do bloco cirúrgico.

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