Processos estavam acumulados nas três delegacias da cidade. Do número total, menos da metade deve voltar para as salas das delegacias.
Mais de 2.400 inquéritos foram analisados durante uma força tarefa realizada por delegados e escrivães na última semana em Ji-Paraná (RO), cidade situada cerca de 370 quilômetros de Porto Velho. De acordo com o delegado Derli Gouveia, a força tarefa é dividida em três partes e na última semana, foi realizada a segunda etapa deste processo, por 16 profissionais.
Delegados e escrivães da Polícia Civil de várias cidades uniram-se aos profissionais de Ji-Paraná diminuir o número de processos parados. Eram cerca de cinco mil inquéritos na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), na 1ª e na 2ª Delegacia. Segundo Gouveia, a ação conseguiu avaliar, na 1ª e 2ª Delegacia, mais de 2100 inquéritos e 300 que estavam da DEAM.
Cerca de 1.600 inquéritos não retornarão mais às delegacias. Agora, segundo Derli, os processos passam por uma análise mais criteriosa e os delegados têm um prazo de 60 dias para oferecer denúncia dos casos ao Ministério Público (MP).
“Então, será aberta a ação penal contra o autor do crime. Em outros casos, o inquérito será arquivado por prescrição ou decadência. E por fim, temos os inquéritos atípicos e outros que não se têm condições de produzir as provas para se chegar a autoria do crime”, explica o delegado.
Com os trabalhos que foram realizados, o delegado acredita que aliviará a situação das delegacias. “Vai oxigenar, dar mais celeridade aos nossos trabalhos, pois serão mais positivos o desenvolvimento das nossas atividades”, explica Gouveia.
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