Espaço foi danificado por obras de distribuição de água em Macapá. Companhia de Água e Esgoto diz que refaz estudo sobre a destinação do local.
A Caesa informou que em 2016 fez um projeto para a construção de uma adutora na região, mas o contrato com a empresa responsável foi encerrado. A companhia ressaltou que realiza um estudo de viabilidade sobre a destinação do local.
O jornalista Marcelo Lima, de 48 anos, diz que a intenção dos moradores é reconstruir o espaço com coleta financeira e mão de obra da própria comunidade, mas a possibilidade de uma nova obra da companhia de esgoto impossibilita o início do projeto. Ele completa que a praça servia como um espaço de lazer para os moradores.
"Construímos o espaço porque não gostaríamos que virasse o que infelizmente existe hoje aqui, com um matagal e lixo espalhado. Temos medo de refazer a praça e no fim ela ser destruída de novo, caso eles decidam fazer uma nova obra. A retomada da praça depende do que a Caesa vai decidir fazer e como será feita a obra", disse.
Cinco anos após o início da obra da companhia, em 2012, a tubulação ainda causa transtornos que vão além da destruição da praça comunitária, reclamaram os moradores. A via, que antes era asfaltada, de acordo com a vizinhança, está tomada por buracos por causa da retirada do capeamento.
"Queremos retomar o espaço, reconstruir o espaço de lazer que muitas crianças usavam para brincar, como o meu filho Enzo, que agora reclama que não tem mais a pracinha para se divertir. Queremos que a obra seja completada e que possamos reconstruir o espaço", completou o jornalista.
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