sábado, 29 de abril de 2017

Onze pessoas são presas por embriaguez na madrugada deste sábado, 29, em Porto Velho

Alguns condutores foram presos mesmo não tendo feito o teste do bafômetro. Em pelo menos três casos, veículos estavam com documentação irregular.

Onze pessoas foram presas por dirigirem embriagadas na madrugada deste sábado (29), em Porto Velho. As prisões aconteceram durante blitz da Operação Lei Seca realizada na Avenida Calama, no Bairro Embratel, na área norte da capital. As abordagens e prisões foram realizadas pela Polícia Militar (PM) e pelo Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO).

Um dos casos de embriaguez foi registrado por volta das 3h30 da madrugada. Um homem de 32 anos, que pilotava uma motocicleta com documento atrasado, foi convidado a fazer o teste do bafômetro, mas recusou. Contudo, segundo a polícia, ele assumiu ter ingerido bebida alcoólica e apresentava dificuldade para se equilibrar. O condutor teria dito ainda que não recordava dos atos cometido antes de ser abordado.

Foi feito um termo de constatação de embriaguez, e o condutor foi encaminhado à Central de Polícia. O veículo que era conduzido por ele foi removido pelo Detran.

Minutos depois, às 3h50, um advogado de 30 anos foi parado na mesma blitz. Segundo a PM, o carro que ele dirigia também estava com a documentação irregular. Submetido ao teste do bafômetro, ele apresentou 0,68 miligrama de álcool por litro de ar expelido. Quase o dobro do que é tolerado pela legislação de trânsito. O condutor foi preso, e o carro dele foi removido ao pátio do Detran.

Por volta das 4h da manhã, um homem de 34 anos, que também dirigia um veículo que não estava devidamente licenciado, foi parado na blitz. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas a polícia registrou um termo de constatação de embriaguez, devido aos sinais que o condutor apresentava. Ele teve o carro apreendido e foi conduzido à Central de Polícia.

É considerado crime quando o motorista é flagrado conduzindo veículos com índice de álcool no sangue superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido ou 6 decigramas por litro de sangue.

A pena de detenção pode variar de seis meses a três anos, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de obter a habilitação. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece multa de R$ 2.934,70, além de sete pontos na carteira. Os condutores também têm a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida. Se o motorista tiver cometido a mesma infração nos 12 meses anteriores, o valor da multa é dobrado.

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