Manifestantes são contrários às reformas trabalhista e da previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.
Movimentos políticos e sociais bloquearam os quatro portões de acesso ao Porto do Itaqui, localizado em São Luís, e que é um dos principais entrepostos comerciais do Maranhão e do Brasil. O protesto começou por volta das 6h30 desta sexta-feira (30) e impediu que funcionários chegassem ao trabalho.
Os manifestantes usaram um carro de som e cordão humano para impedir a passagem de veículos e o acesso dos funcionários ao local. A manifestação foi convocada pelas Centrais Sindicais. Nem a Polícia Militar, nem a organização do protesto divulgaram quantas pessoas participam da interdição do Porto do Itaqui.
O objetivo do movimento é barrar o avanço de reformas que, segundo a análise dos dirigentes, afetam os direitos dos trabalhadores, sobretudo as reformas trabalhista e da previdência e, fará o país retroceder décadas em relação aos direitos sociais.
Também há interrupção nos serviços bancários de todo o estado. Os trabalhadores decidiram aderir à paralisação geral que acontece em todo o país. Os bancários devem se concentrar principalmente na Praça Deodoro, no centro da cidade, onde farão atos públicos.
Outras categorias também devem se mobilizar. Urbanitários, servidores federais e estaduais, além de professores também devem aderir ao movimento.
Categorias como os professores da rede pública estadual, bancários, vigilantes, petroleiros, motoristas e cobradores de ônibus, metalúrgicos, entre várias outras já confirmaram que vão cruzar os braços durante a manifestação desta sexta. Já os sindicatos que representam a classe empresarial não devem aderir ao movimento.
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